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CPA IFSP :: Instrumento matricial com cinco eixos ::
Nota Técnica Nº 14 /2014 – CGACGIES/DAES/INEP/MEC - 7 de fevereiro de 2014
Instrumento de Avaliação Institucional Externa do Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior (SINAES)

Instrumento de Avaliação Institucional Externa - agosto de 2014
Subsidia os atos de credenciamento, recredenciamento e transformação da organização acadêmica (presencial)

I
nstrumento matricial com cinco eixos, contemplando nestes, as dez dimensões referenciadas no marco legal do Sinaes (Artigo 3º da Lei n° 10.861):

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO
Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior - Sinaes
Comissão Nacional de Avaliação da Educação Superior - Conaes
Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira - Inep
Diretoria de Avaliação da Educação Superior - Daes
INSTRUMENTO DE AVALIAÇÃO INSTITUCIONAL EXTERNA
Subsidia os atos de credenciamento, recredenciamento e transformação da organização acadêmica (presencial)
Brasília, agosto de 2014.

Concepção do Instrumento
Este Instrumento subsidia os atos de credenciamento e recredenciamento presencial de instituições de educação superior e a transformação da organização acadêmica de faculdade para centro universitário e deste para universidade.
Sua concepção busca atender à diversidade do sistema de educação superior e respeitar a identidade das instituições que o compõem. Considera, assim, as especificidades das diferentes organizações acadêmicas, a partir do foco definido no Plano de Desenvolvimento Institucional (PDI) e nos processos de avaliação institucional (interna e externa).


O instrumento está organizado em cinco eixos, contemplando as dez dimensões do Sinaes. Desta forma, tem-se:

Eixo 1 – Planejamento e Avaliação Institucional: considera a dimensão 8 (Planejamento e Avaliação) do Sinaes. Inclui também um Relato Institucional que descreve e evidencia os principais elementos do seu processo avaliativo (interno e externo) em relação ao PDI, incluindo os relatórios elaborados pela Comissão Própria de Avaliação (CPA) do período que constituiu o objeto de avaliação.

Eixo 2 – Desenvolvimento Institucional: contempla as dimensões 1 (Missão e Plano de Desenvolvimento Institucional) e 3 (Responsabilidade Social da Instituição) do Sinaes.

Eixo 3 – Políticas Acadêmicas: abrange as dimensões 2 (Políticas para o Ensino, a Pesquisa e a Extensão), 4 (Comunicação com a Sociedade) e 9 (Políticas de Atendimento aos Discentes) do Sinaes.

Eixo 4 – Políticas de Gestão: compreende as dimensões 5 (Políticas de Pessoal), 6 (Organização e Gestão da Instituição) e 10 (Sustentabilidade Financeira) do Sinaes.

Eixo 5 – Infraestrutura Física: corresponde à dimensão 7 (Infraestrutura Física) do Sinaes.


Outras Informações sobre o instrumento

1. Cada indicador apresenta, predominantemente, um objeto de análise;

2. Para os indicadores que contemplam o termo “Análise Sistêmica e Global”, a comissão deverá seguir somente os aspectos estabelecidos no respectivo indicador, baseando-se nas informações contidas no PDI e nos documentos oficiais da Instituição de Educação Superior (IES);

3. Alguns indicadores têm aplicabilidade correspondente ao ato ou à organização acadêmica, conforme orientação inserida no próprio indicador. Os indicadores “não aplicáveis” não serão computados no cálculo final do Conceito Institucional (CI);

4. O Relato Institucional é uma inovação na concepção deste instrumento. Ele será avaliado no Eixo 1 (Planejamento e Avaliação Institucional). Assim, consiste em um documento que deve ser organizado da seguinte forma: relato avaliativo do PDI; síntese histórica dos resultados dos processos avaliativos internos e externos da IES e síntese histórica do planejamento de ações acadêmico-administrativas decorrentes dos resultados das avaliações. Observação: as informações originadas a partir dos relatórios de avaliação interna e externa no âmbito da autoavaliação, e das demais avaliações externas representadas nas diversas ações institucionais decorrentes, que subsidiam as melhorias na Instituição, devem constar desse documento. Nesse relato, a instituição deve evidenciar a interação entre os resultados do conjunto das avaliações em seu planejamento institucional e suas atividades acadêmicas, de forma a demonstrar as melhorias da IES;

5. O PDI e os relatórios de autoavaliação integram, desde o último ato regulatório da IES, para os atos de credenciamento e recredenciamento, um referencial básico para o preenchimento do formulário eletrônico pela IES e para análise da comissão de avaliadores;

6. O CI é calculado pelo sistema e-MEC, com base em uma média aritmética ponderada dos conceitos dos eixos, os quais são resultados da média aritmética simples dos seus indicadores. O conceito final é arredondado automaticamente pelo sistema e-MEC;

7. De acordo com o art. 1º da Portaria Normativa nº 40/2007, consolidada em 29 de dezembro de 2010, a tramitação dos processos, incluindo a aplicação dos indicadores desse instrumento, dar-se-á exclusivamente em meio eletrônico, no sistema e-MEC. Portanto, para garantia do cumprimento do artigo supracitado, o preenchimento do Formulário Eletrônico pela IES, incluindo o Relato Institucional do Eixo 1, será realizado no sistema e-MEC e, da mesma forma, o preenchimento do relatório de avaliação pelos avaliadores. O PDI e o relatório da CPA também estarão apensados no sistema.


Instruções para os avaliadores

Os avaliadores, ao preencherem o formulário eletrônico, deverão considerar as seguintes orientações:

1. Atribuir conceitos de 1 a 5, em ordem crescente de excelência, a cada um dos indicadores de cada um dos cinco eixos: Planejamento e Avaliação Institucional, Desenvolvimento Institucional, Políticas Acadêmicas, Políticas de Gestão e Infraestrutura Física. Os cinco eixos contemplam as dez dimensões estabelecidas na Lei N° 10.861/2004 - Sinaes;

2. Considerar os critérios de análise dos respectivos indicadores dos eixos. A atribuição dos conceitos deve ser feita da forma seguinte:

CONCEITO DESCRIÇÃO
1 Quando o indicador avaliado configura um conceito NÃO EXISTE(M)/ NÃO HÁ, NÃO ESTÃO RELACIONADAS.
2 Quando o indicador avaliado configura um conceito INSUFICIENTE.
3 Quando o indicador avaliado configura um conceito SUFICIENTE.
4 Quando o indicador avaliado configura um conceito MUITO BOM/MUITO BEM.
5 Quando o indicador avaliado configura um conceito EXCELENTE.

3. Justificar os conceitos atribuídos a cada um dos indicadores de forma contextualizada, abrangente e coerente;

4. Manter a coerência entre o conceito atribuído aos indicadores e a análise quantitativa e qualitativa, principalmente nas considerações finais que irão confirmar o CI;

5. Consultar o glossário, quando necessário;

6. Observar as expressões apresentadas a seguir de acordo com o tipo de ato regulatório.
Credenciamento institucional de Faculdades, Centros Universitários e Universidades Recredenciamento institucional e credenciamento como Centro Universitário e Universidade, no caso de transformação de organização acadêmica
Previsto(s)/Previstas
Implantado(s)/Implantadas
Projeto
Processo
Projetos
Ações

7. Analisar o PDI da instituição e demais documentos regimentais;

8. Analisar o relatório de autoavaliação da IES, o relato institucional e os relatórios de avaliações externas, quando for o caso;

9. Observar o cumprimento das exigências registradas na fase de despacho saneador do processo no sistema e-MEC e confirmar sua leitura.


Análise Preliminar:
1. Identificar o tipo de avaliação a ser realizada (Credenciamento e Recredenciamento Institucional ou Transformação de Organização Acadêmica);
2. Explicitar os documentos que serviram de base para análise da avaliação (PDI vigente, documentos oficiais, Relato Institucional, relatórios de autoavaliação e demais relatórios da IES);
3. Registrar o cumprimento das exigências feitas na fase de despacho saneador do processo no sistema e-MEC.
Contextualização da IES
A contextualização da IES deve conter, obrigatoriamente, as seguintes informações:
a) nome da Mantenedora;
b) base legal da Mantenedora (endereço, razão social, registro no cartório e atos legais);
c) nome da IES;
d) base legal da IES (endereço, atos legais e data da publicação no Diário Oficial da União - DOU) (registrar no relatório qualquer divergência entre o endereço de visita e o endereço do ofício de designação);e) perfil e Missão da IES;
f) dados socioeconômicos da região;
g) breve histórico da IES (criação, trajetória, modalidades de oferta da IES, número de docentes e discentes, quantidade de cursos oferecidos na graduação e na pós-graduação, áreas de atuação na extensão e áreas de pesquisa, se for o caso);
h) número de cursos que ascenderam nos seus conceitos nos últimos três anos (Conceito de Curso resultante da avaliação in loco), quando for o caso;
i) planos de Melhoria Acadêmica, Protocolos de Compromisso, Termos de Saneamento de Deficiência, Medidas Cautelares e Termo de Supervisão, quando houver;
j) planos de valorização profissional, abordando condições de trabalho;
k) processos de gestão que possam identificar sobre a trajetória de melhorias ou não das instituições;
l) política de atendimento para alunos estrangeiros;
m) quantidade de alunos e professores estrangeiros na IES e disciplinas ofertadas em língua estrangeira;
n) existência de programas de bolsas e financiamento estudantil e número de beneficiados.
o) existência de projetos e ações para a promoção da sustentabilidade socioambiental na gestão da IES e nas atividades de ensino, pesquisa e extensão.


  EIXO 1 - PLANEJAMENTO E AVALIAÇÃO INSTITUCIONAL
No Eixo 1, considera-se a dimensão 8 (Planejamento e Avaliação) do Sinaes. O foco desse Eixo é a descrição e a identificação, por intermédio do documento Relato Institucional, dos principais elementos do processo avaliativo da IES em relação ao seu PDI, aos relatórios elaborados pela CPA e aos demais documentos institucionais avaliativos do período que constitui o objeto de avaliação. O Relato Institucional deve ter como foco a evolução acadêmica da IES, e sua concepção e descrição encontram-se na página 2, item 4 desse instrumento.
               
1 Eixo: 1 / Indicador (5): Planejamento e Avaliação Institucional Dimensão:
8. Planejamento e avaliação, especialmente em relação aos processos, resultados e eficácia da auto-avaliação institucional.
Inclui também um Relato Institucional, que descreve e evidencia os principais elementos do seu processo avaliativo (interno e externo) em relação ao Plano de Desenvolvimento Institucional (PDI), incluindo os relatórios emanados pela Comissão Própria de Avaliação (CPA), do período que constituiu o objeto de avaliação.
             
      resp. Bragança Paulista Cubatão Guarulhos Piracicaba São Paulo Sertãozinho
1.1 Evolução institucional a partir dos processos de Planejamento e Avaliação Institucional. 1 Quando não existe demonstração de evolução institucional no Relato Institucional em relação aos processos de Planejamento e Avaliação Institucional.
2 Quando a demonstração de evolução institucional contida no Relato Institucional é caracterizada como insuficiente em relação aos processos de Planejamento e Avaliação Institucional.
3 Quando a demonstração de evolução institucional contida no Relato Institucional é caracterizada como suficiente em relação aos processos de Planejamento e Avaliação Institucional.
4 Quando a demonstração de evolução institucional contida no Relato Institucional é caracterizada como muito boa em relação aos processos de Planejamento e Avaliação Institucional.
5 Quando a demonstração de evolução institucional contida no Relato Institucional é caracterizada como excelente em relação aos processos de Planejamento e Avaliação Institucional.
Justifique:
CPAs
VII – Demonstração de evolução institucional: síntese acerca da relação entre processos de gestão, processos de avaliação (interna e externa) e evolução institucional. (Nota técnica 62 - Relato Institucional)

 

 

 DAEX

N/A N/A N/A N/A N/A N/A
      resp. Bragança Paulista Cubatão Guarulhos Piracicaba São Paulo Sertãozinho
1.2 Projeto/processo de autoavaliação institucional. 1 Quando não existe projeto/processo de autoavaliação institucional previsto/implantado.
2 Quando o projeto/processo de autoavaliação institucional está previsto/implantado e atende de maneira insuficiente às necessidades institucionais, como instrumento de gestão e de ações acadêmico-administrativas de melhoria institucional.
3 Quando o projeto/processo de autoavaliação institucional está previsto/implantado e atende de maneira suficiente às necessidades institucionais, como instrumento de gestão e de ações acadêmico-administrativas de melhoria institucional.
4 Quando o projeto/processo de autoavaliação institucional está previsto/implantado e atende muito bem às necessidades institucionais, como instrumento de gestão e de ações acadêmico-administrativas de melhoria institucional.
5 Quando o projeto/processo de autoavaliação institucional está previsto/implantado e atende de maneira excelente às necessidades institucionais, como instrumento de gestão e de ações acadêmico-administrativas de melhoria institucional.
Justifique:
CPA central

4 Quando o projeto/processo de autoavaliação institucional está previsto/implantado e atende muito bem às necessidades institucionais, como instrumento de gestão e de ações acadêmico-administrativas de melhoria institucional.

N/A N/A N/A N/A N/A N/A
      resp. CPA Bragança Paulista CPA Cubatão CPA Guarulhos CPA Piracicaba CPA São Paulo CPA Sertãozinho
1.3 Autoavaliação institucional: participação da comunidade acadêmica. 1 Quando não existe participação da comunidade acadêmica no processo de autoavaliação previsto/implantado.
2 Quando o processo de autoavaliação está previsto/implantado, com participação insuficiente da comunidade acadêmica.
3 Quando o processo de autoavaliação está previsto/implantado, com participação suficiente da comunidade acadêmica.
4 Quando o processo de autoavaliação está previsto/implantado, com participação muito boa da comunidade acadêmica.
5 Quando o processo de autoavaliação está previsto/implantado, com participação excelente da comunidade acadêmica.
Justifique:
CPA central
comprovando com relatórios institutionais e dos câmpus

4 Quando o processo de autoavaliação está previsto/implantado, com participação muito boa da comunidade acadêmica.

           
      resp. Bragança Paulista Cubatão Guarulhos Piracicaba São Paulo Sertãozinho
1.4 Autoavaliação institucional e avaliações externas: análise e divulgação dos resultados. 1 Quando não existe divulgação das análises dos resultados do processo de autoavaliação institucional e das avaliações externas para a comunidade acadêmica.
2 Quando a divulgação das análises dos resultados do processo de autoavaliação institucional e das avaliações externas previstas/implantadas ocorre, de maneira insuficiente, para a comunidade acadêmica.
3 Quando a divulgação das análises dos resultados do processo de autoavaliação institucional e das avaliações externas previstas/implantadas ocorre, de maneira suficiente, para a comunidade acadêmica.
4 Quando a divulgação das análises dos resultados do processo de autoavaliação institucional e das avaliações externas previstas/implantadas ocorre, de maneira muito boa, para a comunidade acadêmica.
5 Quando a divulgação das análises dos resultados do processo de autoavaliação institucional e das avaliações externas previstas/implantadas ocorre, de maneira excelente, para a comunidade acadêmica.
Justifique:
PRE
Atualizar a tabela de resultados de avaliações e comprovar o retorno para a comunidade

 

 

CPA central

 

 

 

DAEX

N/A N/A N/A N/A N/A N/A
      resp. Bragança Paulista Cubatão Guarulhos Piracicaba São Paulo Sertãozinho
1.5 Elaboração do relatório de autoavaliação. 1 Quando não existe relatório de autoavaliação.
2 Quando o relatório de autoavaliação é insuficiente, apresentando resultados sem análises, reflexões e proposições para subsidiar planejamento e ações.
3 Quando o relatório de autoavaliação apresenta resultados, análises, reflexões e proposições de forma suficiente para subsidiar planejamento e ações.
4 Quando o relatório de autoavaliação apresenta resultados, análises, reflexões e proposições de forma muito boa para subsidiar planejamento e ações.
5 Quando o relatório de autoavaliação apresenta resultados, análises, reflexões e proposições de forma excelente para subsidiar planejamento e ações.
Justifique:
CPA
Elaborar documento conforme relatório institucional da CPA anexado no sistema e-MEC

4 Quando o relatório de autoavaliação apresenta resultados, análises, reflexões e proposições de forma muito boa para subsidiar planejamento e ações.

N/A N/A N/A N/A N/A N/A
                   
  Eixo 2 – DESENVOLVIMENTO INSTITUCIONAL
Este Eixo tem seu foco no PDI e consiste na verificação da coerência existente entre esse documento e as ações institucionais nas diferentes vertentes de sua atuação acadêmica – ensino, pesquisa, extensão e gestão. Pretende, igualmente, verificar os diferentes caminhos percorridos (ou a percorrer) pela IES no contexto de sua inserção social, bem como sua atuação face à inclusão e ao desenvolvimento econômico e social, tendo sempre como base a missão, os propósitos e as metas anunciadas no PDI.
Dessa forma, o Eixo Desenvolvimento Institucional assume o papel de induzir maior comprometimento da IES na construção de seu PDI, priorizando sua coerência e evolução.
O Eixo Desenvolvimento Institucional contempla as dimensões 1 (Missão e Plano de Desenvolvimento Institucional) e 3 (Responsabilidade Social da Instituição) do Sinaes.              
2 Eixo: 2 / Indicador (9): Desenvolvimento Institucional 1.A missão e o Plano de Desenvolvimento Institucional
3. A responsabilidade social da instituição, considerada especialmente no que se refere à sua contribuição em relação à inclusão social, ao desenvolvimento econômico e social, à defesa do meio ambiente, da memória cultural, da produção artística e do patrimônio cultural
             
      resp. Bragança Paulista Cubatão Guarulhos Piracicaba São Paulo Sertãozinho
2.1 Missão institucional, metas e objetivos do PDI. 1 Quando a missão institucional e as metas e objetivos do PDI não estão previstos/implantados.
2 Quando as metas e objetivos do PDI previstos/implantados estão articulados, de maneira insuficiente, com a missão institucional, com o cronograma estabelecido e com os resultados do processo de avaliação institucional.
3 Quando as metas e objetivos do PDI previstos/implantados estão articulados, de maneira suficiente, com a missão institucional, com o cronograma estabelecido e com os resultados do processo de avaliação institucional.
4 Quando as metas e objetivos do PDI previstos/implantados estão muito bem articulados com a missão institucional, com o cronograma estabelecido e com os resultados do processo de avaliação institucional.
5 Quando as metas e objetivos do PDI previstos/implantados estão, de maneira excelente, articulados com a missão institucional, com o cronograma estabelecido e com os resultados do processo de avaliação institucional.
Justifique:
Comissão permanente do PDI

 

Pró-reitorias finalísticas - PRE

 

PRX

 

 

PRP

           
      resp. Bragança Paulista Cubatão Guarulhos Piracicaba São Paulo Sertãozinho
2.2 Coerência entre o PDI e as atividades de ensino de graduação e de pós-graduação. 1 Quando não há coerência entre o PDI e as atividades de ensino (graduação e de pós-graduação) previstas/implantadas.
2 Quando há coerência insuficiente entre o PDI e as atividades de ensino (graduação e de pós-graduação) previstas/implantadas.
3 Quando há coerência suficiente entre o PDI e as atividades de ensino (graduação e de pós-graduação) previstas/implantadas.
4 Quando há coerência muito boa entre o PDI e as atividades de ensino (graduação e de pós-graduação) previstas/implantadas.
5 Quando há coerência excelente entre o PDI e as atividades de ensino (graduação e de pós-graduação) previstas/implantadas.
Justifique:
Comissão permanente do PDI

 

Pró-reitorias finalísticas - PRE

 

PRX

 

 

PRP

 

           
      resp. Bragança Paulista Cubatão Guarulhos Piracicaba São Paulo Sertãozinho
2.3 Coerência entre o PDI e as práticas de extensão. 1 Quando não há coerência entre o PDI e as práticas de extensão.
2 Quando há coerência insuficiente entre o PDI e as práticas de extensão previstas/implantadas.
3 Quando há coerência suficiente entre o PDI e as práticas de extensão previstas/implantadas.
4 Quando há coerência muito boa entre o PDI e as práticas de extensão previstas/implantadas.
5 Quando há coerência excelente entre o PDI e as práticas de extensão previstas/implantadas.
Justifique:
Comissão permanente do PDI

 

PRX

 

           
      resp. Bragança Paulista Cubatão Guarulhos Piracicaba São Paulo Sertãozinho
2.4 Coerência entre o PDI e as atividades de pesquisa/iniciação científica, tecnológica, artística e cultural. 1 Quando não há coerência entre o PDI e as atividades previstas/implantadas de pesquisa/iniciação científica, tecnológica, artística e cultural.
2 Quando há coerência insuficiente entre o PDI e as atividades previstas/implantadas de pesquisa/iniciação científica, tecnológica, artística e cultural.
3 Quando há coerência suficiente entre o PDI e as atividades previstas/implantadas de pesquisa/iniciação científica, tecnológica, artística e cultural.
4 Quando há coerência muito boa entre o PDI e as atividades previstas/implantadas de pesquisa/iniciação científica, tecnológica, artística e cultural.
5 Quando há coerência excelente entre o PDI e as atividades previstas/implantadas de pesquisa/iniciação científica, tecnológica, artística e cultural.
Justifique:
Comissão permanente do PDI

 

PRP

 

           
      resp. Bragança Paulista Cubatão Guarulhos Piracicaba São Paulo Sertãozinho
2.5 Coerência entre o PDI e as ações institucionais no que se refere à diversidade, ao meio ambiente, à memória cultural, à produção artística e ao patrimônio cultural. 1 Quando as ações não estão previstas/implantadas nas relações da IES com a sociedade, considerando, em uma análise sistêmica e global, os aspectos: diversidade, meio ambiente, memória cultural, produção artística e patrimônio cultural.
2 Quando as ações institucionais previstas/implantadas estão coerentes com o PDI, de maneira insuficiente, considerando, em uma análise sistêmica e global, os aspectos: diversidade, meio ambiente, memória cultural, produção artística e patrimônio cultural.
3 Quando as ações institucionais previstas/implantadas estão coerentes com o PDI, de maneira suficiente, considerando, em uma análise sistêmica e global, os aspectos: diversidade, meio ambiente, memória cultural, produção artística e patrimônio cultural.
4 Quando as ações institucionais estão muito bem previstas/implantadas e coerentes com o PDI, considerando, em uma análise sistêmica e global, os aspectos: diversidade, meio ambiente, memória cultural, produção artística e patrimônio cultural.
5 Quando as ações institucionais previstas/implantadas estão coerentes com o PDI, de maneira excelente, considerando, em uma análise sistêmica e global, os aspectos: diversidade, meio ambiente, memória cultural, produção artística e patrimônio cultural.
Justifique:
Comissão permanente do PDI

 

PRX

 

 

           
      resp. Bragança Paulista Cubatão Guarulhos Piracicaba São Paulo Sertãozinho
2.6 Coerência entre o PDI e as ações institucionais voltadas para o desenvolvimento econômico e social. 1 Quando não existem ações institucionais previstas/implantadas voltadas para o desenvolvimento econômico e social.
2 Quando as ações previstas/implantadas pela instituição (com ou sem parceria) contemplam o desenvolvimento econômico e social de maneira insuficiente em relação ao proposto no PDI, considerando, em uma análise sistêmica e global, os aspectos: desenvolvimento econômico regional, melhoria da infraestrutura urbana/local, melhoria das condições/qualidade de vida da população e projetos/ações de inovação social.
3 Quando as ações previstas/implantadas pela instituição (com ou sem parceria) contemplam o desenvolvimento econômico e social, de maneira suficiente, conforme o proposto no PDI, considerando, em uma análise sistêmica e global, os aspectos: desenvolvimento econômico regional, melhoria da infraestrutura urbana/local, melhoria das condições/qualidade de vida da população e projetos/ações de inovação social.
4 Quando as ações previstas/implantadas pela instituição (com ou sem parceria) contemplam muito bem o desenvolvimento econômico e social, conforme proposto no PDI, considerando, em uma análise sistêmica e global, os aspectos: desenvolvimento econômico regional, melhoria da infraestrutura urbana/local, melhoria das condições/qualidade de vida da população e projetos/ações de inovação social.
5 Quando as ações previstas/implantadas pela instituição (com ou sem parceria) contemplam, de maneira excelente, o desenvolvimento econômico e social, conforme proposto no PDI, considerando, em uma análise sistêmica e global, os aspectos: desenvolvimento econômico regional, melhoria da infraestrutura urbana/local, melhoria das condições/qualidade de vida da população e projetos/ações de inovação social.
Justifique:
Comissão central do PDI

 

pró-reitorias

 

 

 

           
      resp. Bragança Paulista Cubatão Guarulhos Piracicaba São Paulo Sertãozinho
2.7 Coerência entre o PDI e ações de responsabilidade social: inclusão social. 1 Quando não há coerência entre o PDI e as ações de inclusão social pela IES.
2 Quando há coerência insuficiente entre o PDI e as ações de inclusão social previstas/implantadas pela IES.
3 Quando há coerência suficiente entre o PDI e as ações de inclusão social previstas/implantadas pela IES.
4 Quando há coerência muito boa entre o PDI e as ações de inclusão social previstas/implantadas pela IES.
5 Quando há coerência excelente entre o PDI e as ações de inclusão social previstas/implantadas pela IES.
Justifique:
Comissão central do PDI

 

 

PRX

           
      resp. Bragança Paulista Cubatão Guarulhos Piracicaba São Paulo Sertãozinho
2.8 Coerência entre o PDI e ações afirmativas de defesa e promoção dos direitos humanos e igualdade étnico-racial. 1 Quando não há coerência entre o PDI e as ações afirmativas de defesa e promoção dos direitos humanos e igualdade étnico-racial previstas/implantadas pela IES.
2 Quando há coerência insuficiente entre o PDI e as ações afirmativas de defesa e promoção dos direitos humanos e igualdade étnico-racial previstas/implantadas pela IES.
3 Quando há coerência suficiente entre o PDI e as ações afirmativas de defesa e promoção dos direitos humanos e igualdade étnico-racial previstas/implantadas pela IES.
4 Quando há coerência muito boa entre o PDI e as ações afirmativas de defesa e promoção dos direitos humanos e igualdade étnico-racial previstas/implantadas pela IES.
5 Quando há coerência excelente entre o PDI e as ações afirmativas de defesa e promoção dos direitos humanos e igualdade étnico-racial previstas/implantadas pela IES.
Justifique:
Comissão central do PDI

 

 

PRX

 

 

PRE

           
      resp. Bragança Paulista Cubatão Guarulhos Piracicaba São Paulo Sertãozinho
2.9 Internacionalização: coerência entre o PDI e as ações institucionais. 1 Quando não existe coerência entre o PDI e as atividades, previstas/implantadas, voltadas para a cooperação, intercâmbio e programas com finalidades de internacionalização.
2 Quando há coerência insuficiente entre o PDI e as atividades, previstas/implantadas, voltadas para a cooperação, intercâmbio e programas com finalidades de internacionalização.
3 Quando há coerência suficiente entre o PDI e as atividades, previstas/implantadas, voltadas para a cooperação, intercâmbio e programas com finalidades de internacionalização.
4 Quando há coerência muito boa entre o PDI e as atividades, previstas/implantadas, voltadas para a cooperação, intercâmbio e programas com finalidades de internacionalização.
5 Quando há coerência excelente entre o PDI e as atividades, previstas/implantadas, voltadas para a cooperação, intercâmbio e programas com finalidades de internacionalização.
Justifique:
Comissão central do PDI

 

 

PRP

           
                   
  Eixo 3 – POLÍTICAS ACADÊMICAS
No Eixo “Políticas Acadêmicas” analisam-se os elementos constitutivos das práticas de ensino, pesquisa e extensão, considerando como meta o aprendizado. Enfatiza-se também a relação entre as políticas acadêmicas, a comunicação com a sociedade e o atendimento ao discente.
Este Eixo contempla as dimensões 2 (Políticas para o Ensino, a Pesquisa e a Extensão), 4 (Comunicação com a Sociedade) e 9 (Políticas de Atendimento aos Discentes) do Sinaes.              
3 Eixo: 3 / Indicador (13): Políticas Acadêmicas 2. A política para o ensino, a pesquisa, a pós-graduação, a extensão e as respectivas normas de operacionalização, incluídos os procedimentos para estímulo à produção acadêmica, as bolsas de pesquisa, de monitoria e demais modalidades
4. A comunicação com a sociedade
9. Políticas de atendimento aos discentes
             
      resp. Bragança Paulista Cubatão Guarulhos Piracicaba São Paulo Sertãozinho
3.1 Políticas de ensino e ações acadêmico-administrativas para os cursos de graduação. 1 Quando as ações acadêmico-administrativas previstas/implantadas não estão relacionadas com as políticas de ensino para os cursos de graduação.
2 Quando as ações acadêmico-administrativas previstas/implantadas estão relacionadas, de maneira insuficiente, com as políticas de ensino para os cursos de graduação, considerando, em uma análise sistêmica e global, os aspectos: sistemática de atualização curricular, desenvolvimento/utilização de material didático-pedagógico, sistemática de implantação/oferta de componentes curriculares na modalidade semipresencial (quando previsto no PDI) e programas de monitoria.
3 Quando as ações acadêmico-administrativas previstas/implantadas estão relacionadas, de maneira suficiente, com as políticas de ensino para os cursos de graduação, considerando, em uma análise sistêmica e global, os aspectos: sistemática de atualização curricular, desenvolvimento/utilização de material didático-pedagógico, sistemática de implantação/oferta de componentes curriculares na modalidade semipresencial (quando previsto no PDI) e programas de monitoria.
4 Quando as ações acadêmico-administrativas previstas/implantadas estão muito bem relacionadas com as políticas de ensino para os cursos de graduação, considerando, em uma análise sistêmica e global, os aspectos: sistemática de atualização curricular, desenvolvimento/utilização de material didático-pedagógico, sistemática de implantação/oferta de componentes curriculares na modalidade semipresencial (quando previsto no PDI) e programas de monitoria.
5 Quando as ações acadêmico-administrativas previstas/implantadas estão relacionadas, de maneira excelente, com as políticas de ensino para os cursos de graduação, considerando, em uma análise sistêmica e global, os aspectos: sistemática de atualização curricular, desenvolvimento/utilização de material didático-pedagógico, sistemática de implantação/oferta de componentes curriculares na modalidade semipresencial (quando previsto no PDI) e programas de monitoria.
Justifique:
Comissão central do PDI

 

 

PRE

           
      resp. Bragança Paulista Cubatão Guarulhos Piracicaba São Paulo Sertãozinho
3.2 Políticas de ensino e ações acadêmico-administrativas para os cursos de pós-graduação stricto sensu. 1 Quando não existem relações entre as ações acadêmico-administrativas previstas/implantadas e as políticas de ensino para os cursos de pós-graduação stricto sensu, considerando, inclusive, sua articulação com a graduação.
2 Quando as ações acadêmico-administrativas previstas/implantadas estão relacionadas com as políticas de ensino para os cursos de pós-graduação stricto sensu, de maneira insuficiente, considerando, inclusive, sua articulação com a graduação.
3 Quando as ações acadêmico-administrativas previstas/implantadas estão relacionadas com as políticas de ensino para os cursos de pós-graduação stricto sensu, de maneira suficiente, considerando, inclusive, sua articulação com a graduação.
4 Quando as ações acadêmico-administrativas previstas/implantadas estão muito bem relacionadas com as políticas de ensino para os cursos de pós-graduação stricto sensu, considerando, inclusive, sua articulação com a graduação.
5 Quando as ações acadêmico-administrativas previstas/implantadas estão relacionadas com as políticas de ensino para os cursos de pós-graduação stricto sensu, de maneira excelente, considerando, inclusive, sua articulação com a graduação.
Justifique:
Comissão central do PDI

 

 

PRP

 

           
      resp. Bragança Paulista Cubatão Guarulhos Piracicaba São Paulo Sertãozinho
3.3 Políticas de ensino e ações acadêmico-administrativas para os cursos de pós-graduação lato sensu. 1 Quando não existem ações acadêmico-administrativas de lato sensu previstas no PDI/implantadas em conformidade com as políticas estabelecidas.
2 Quando as ações acadêmico-administrativas previstas no PDI /implantadas estão relacionadas com as políticas de ensino para os cursos de pós-graduação lato sensu, de maneira insuficiente, considerando, em uma análise sistêmica e global, os aspectos: aprovação nos colegiados da IES, acompanhamento e avaliação do desenvolvimento dos cursos.
3 Quando as ações acadêmico-administrativas previstas no PDI /implantadas estão relacionadas com as políticas de ensino para os cursos de pós-graduação lato sensu, de maneira suficiente, considerando, em uma análise sistêmica e global, os aspectos: aprovação nos colegiados da IES, acompanhamento e avaliação do desenvolvimento dos cursos.
4 Quando as ações acadêmico-administrativas previstas no PDI /implantadas estão muito bem relacionadas com as políticas de ensino para os cursos de pós-graduação lato sensu, considerando, em uma análise sistêmica e global, os aspectos: aprovação nos colegiados da IES, acompanhamento e avaliação do desenvolvimento dos cursos.
5 Quando as ações acadêmico-administrativas previstas no PDI /implantadas estão relacionadas com as políticas de ensino para os cursos de pós-graduação lato sensu, de maneira excelente, considerando, em uma análise sistêmica e global, os aspectos: aprovação nos colegiados da IES, acompanhamento e avaliação do desenvolvimento dos cursos.
Justifique:
Comissão central do PDI

 

 

PRP

 

           
      resp. Bragança Paulista Cubatão Guarulhos Piracicaba São Paulo Sertãozinho
3.4 Políticas institucionais e ações acadêmico-administrativas para a pesquisa ou iniciação científica, tecnológica, artística
e cultural.
1 Quando não existem ações acadêmico-administrativas de pesquisa ou iniciação científica e tecnológica previstas/implantadas em conformidade com as políticas estabelecidas.
2 Quando as ações acadêmico-administrativas de pesquisa ou iniciação científica, tecnológica, artística e cultural estão previstas/implantadas, de maneira insuficiente, em conformidade com as políticas estabelecidas.
3 Quando as ações acadêmico-administrativas de pesquisa ou iniciação científica, tecnológica, artística e cultural estão previstas/implantadas, de maneira suficiente, em conformidade com as políticas estabelecidas.
4 Quando as ações acadêmico-administrativas de pesquisa ou iniciação científica, tecnológica, artística e cultural estão muito bem previstas/implantadas, em conformidade com as políticas estabelecidas.
5 Quando as ações acadêmico-administrativas de pesquisa ou iniciação científica, tecnológica, artística e cultural estão previstas/implantadas, de maneira excelente, em conformidade com as políticas estabelecidas.
Justifique:
Comissão central do PDI

 

PRP

 

 

PRX

           
      resp. Bragança Paulista Cubatão Guarulhos Piracicaba São Paulo Sertãozinho
3.5 Políticas institucionais e ações acadêmico-administrativas para a extensão. 1 Quando não existem ações acadêmico-administrativas de extensão previstas/implantadas em conformidade com as políticas estabelecidas.
2 Quando as ações acadêmico-administrativas de extensão estão previstas/implantadas, de maneira insuficiente, considerando, em uma análise sistêmica e global, os aspectos: apoio à realização de programas, projetos, atividades e ações.
3 Quando as ações acadêmico-administrativas de extensão estão previstas/implantadas, de maneira suficiente, considerando, em uma análise sistêmica e global, os aspectos: apoio à realização de programas, projetos, atividades e ações.
4 Quando as ações acadêmico-administrativas de extensão estão muito bem previstas/implantadas, considerando, em uma análise sistêmica e global, os aspectos: apoio à realização de programas, projetos, atividades e ações.
5 Quando as ações acadêmico-administrativas de extensão estão previstas/implantadas, de maneira excelente, considerando, em uma análise sistêmica e global, os aspectos: apoio à realização de programas, projetos, atividades e ações.
Justifique:
Comissão central do PDI

 

 

PRX

           
      resp. Bragança Paulista Cubatão Guarulhos Piracicaba São Paulo Sertãozinho
3.6 Políticas institucionais e ações de estímulo relacionadas à difusão das produções acadêmicas: científica, didáticopedagógica, tecnológica, artística e cultural. 1 Quando não existem ações, previstas/implantadas, de estímulos e difusão às produções acadêmicas.
2 Quando as ações de estímulo às produções acadêmicas e sua difusão estão previstas/implantadas, de maneira insuficiente, considerando, em uma análise sistêmica e global, os aspectos: incentivo a publicações científicas, didático-pedagógicas, tecnológicas, artísticas e culturais; bolsa de pesquisa/iniciação científico-tecnológica; grupos de pesquisa e auxílio para participação em eventos.
3 Quando as ações de estímulo às produções acadêmicas e sua difusão estão previstas/implantadas, de maneira suficiente, considerando, em uma análise sistêmica e global, os aspectos: incentivo a publicações científicas, didático-pedagógicas, tecnológicas, artísticas e culturais; bolsa de pesquisa/iniciação científico-tecnológica; grupos de pesquisa e auxílio para participação em eventos.
4 Quando as ações de estímulo às produções acadêmicas e sua difusão estão muito bem previstas/implantadas, considerando, em uma análise sistêmica e global, os aspectos: incentivo a publicações científicas, didático-pedagógicas, tecnológicas, artísticas e culturais; bolsa de pesquisa/iniciação científico-tecnológica; grupos de pesquisa e auxílio para participação em eventos.
5 Quando as ações de estímulo às produções acadêmicas e sua difusão estão previstas/implantadas, de maneira excelente, considerando, em uma análise sistêmica e global, os aspectos: incentivo a publicações científicas, didático-pedagógicas, tecnológicas, artísticas e culturais; bolsa de pesquisa/iniciação científico-tecnológica; grupos de pesquisa e auxílio para participação em eventos.
Justifique:
Comissão central do PDI

 

 

PRX

 

           
      resp. Bragança Paulista Cubatão Guarulhos Piracicaba São Paulo Sertãozinho
3.7 Comunicação da IES com a comunidade externa. 1 Quando não existe comunicação com a comunidade externa prevista/implantada.
2 Quando os canais de comunicação externa estão previstos/implantados de maneira insuficiente, considerando, em uma análise sistêmica e global, os aspectos: acesso da comunidade externa às informações acerca dos resultados das avaliações recentes, da divulgação dos cursos, da extensão e pesquisa, da existência de mecanismos de transparência institucional, da ouvidoria, entre outros.
3 Quando os canais de comunicação externa estão previstos/implantados, de maneira suficiente, considerando, em uma análise sistêmica e global, os aspectos: acesso da comunidade externa às informações acerca dos resultados das avaliações recentes, da divulgação dos cursos, da extensão e pesquisa, da existência de mecanismos de transparência institucional, da ouvidoria, entre outros.
4 Quando os canais de comunicação externa estão muito bem previstos/implantados, considerando, em uma análise sistêmica e global, os aspectos: acesso da comunidade externa às informações acerca dos resultados das avaliações recentes, da divulgação dos cursos, da extensão e pesquisa, da existência de mecanismos de transparência institucional, da ouvidoria, entre outros.
5 Quando os canais de comunicação externa estão previstos/implantados, de maneira excelente, considerando, em uma análise sistêmica e global, os aspectos: acesso da comunidade externa às informações acerca dos resultados das avaliações recentes, da divulgação dos cursos, da extensão e pesquisa, da existência de mecanismos de transparência institucional, da ouvidoria, entre outros.
Justifique:
Reitoria (Comunicação Social)

 

câmpus - Formulário Eletrônico de Avaliação (F.E.A)

           
      resp. Bragança Paulista Cubatão Guarulhos Piracicaba São Paulo Sertãozinho
3.8 Comunicação da IES com a comunidade interna. 1 Quando não existe comunicação interna prevista/implantada.
2 Quando os canais de comunicação interna estão previstos/implantados, de maneira insuficiente, considerando, em uma análise sistêmica e global, os aspectos: acesso da comunidade interna às informações acerca dos resultados das avaliações recentes, da divulgação dos cursos, da extensão e pesquisa, da existência de mecanismos de transparência institucional, da ouvidoria, entre outros.
3 Quando os canais de comunicação interna estão previstos/implantados, de maneira suficiente, considerando, em uma análise sistêmica e global, os aspectos: acesso da comunidade interna às informações acerca dos resultados das avaliações recentes, da divulgação dos cursos, da extensão e pesquisa, da existência de mecanismos de transparência institucional, da ouvidoria, entre outros.
4 Quando os canais de comunicação interna estão muito bem previstos/implantados, considerando, em uma análise sistêmica e global, os aspectos: acesso da comunidade interna às informações acerca dos resultados das avaliações recentes, da divulgação dos cursos, da extensão e pesquisa, da existência de mecanismos de transparência institucional, da ouvidoria, entre outros.
5 Quando os canais de comunicação interna estão previstos/implantados, de maneira excelente, considerando, em uma análise sistêmica e global, os aspectos: acesso da comunidade interna às informações acerca dos resultados das avaliações recentes, da divulgação dos cursos, da extensão e pesquisa, da existência de mecanismos de transparência institucional, da ouvidoria, entre outros.
Justifique:
Reitoria (Comunicação Social)

 

câmpus - Formulário Eletrônico de Avaliação (F.E.A)

 

           
      resp. Bragança Paulista Cubatão Guarulhos Piracicaba São Paulo Sertãozinho
3.9 Programas de atendimento aos estudantes. 1 Quando não existem programas de apoio aos estudantes, inclusive aos estrangeiros, quando for o caso.
2 Quando os programas de apoio aos estudantes (apoio psicopedagógico, programas de acolhimento ao ingressante, programas de acessibilidade ou equivalente, nivelamento e/ou monitoria), inclusive aos estrangeiros, quando for o caso, estão previstos/implantados de maneira insuficiente.
3 Quando os programas de apoio aos estudantes (apoio psicopedagógico, programas de acolhimento ao ingressante, programas de acessibilidade ou equivalente, nivelamento e/ou monitoria), inclusive aos estrangeiros, quando for o caso, estão previstos/implantados de maneira suficiente.
4 Quando os programas de apoio aos estudantes (apoio psicopedagógico, programas de acolhimento ao ingressante, programas de acessibilidade ou equivalente, nivelamento e/ou monitoria), inclusive aos estrangeiros, quando for o caso, estão muito bem previstos/implantados.
5 Quando os programas de apoio aos estudantes (apoio psicopedagógico, programas de acolhimento ao ingressante, programas de acessibilidade ou equivalente, nivelamento e/ou monitoria), inclusive aos estrangeiros, quando for o caso, estão previstos/implantados de maneira excelente.
Justifique:
PRE

 

 

câmpus do F.E.A.

           
      resp. Bragança Paulista Cubatão Guarulhos Piracicaba São Paulo Sertãozinho
3.10 Programas de apoio à realização de eventos internos, externos e à produção discente. 1 Quando não existem programas de apoio à realização de eventos internos, externos e à produção discente.
2 Quando os programas de apoio ao discente estão previstos/implantados, de maneira insuficiente, considerando, em uma análise sistêmica e global, os aspectos: participação/realização de eventos (congressos, seminários, palestras, viagens de estudo e visitas técnicas) e produção discente (científica, tecnológica, cultural, técnica e artística).
3 Quando os programas de apoio ao discente estão previstos/implantados, de maneira suficiente, considerando, em uma análise sistêmica e global, os aspectos: participação/realização de eventos (congressos, seminários, palestras, viagens de estudo e visitas técnicas) e produção discente (científica, tecnológica, cultural, técnica e artística).
4 Quando os programas de apoio ao discente estão muito bem previstos/implantados, considerando, em uma análise sistêmica e global, os aspectos: participação/realização de eventos (congressos, seminários, palestras, viagens de estudo e visitas técnicas) e produção discente (científica, tecnológica, cultural, técnica e artística).
5 Quando os programas de apoio ao discente estão previstos/implantados, de maneira excelente, considerando, em uma análise sistêmica e global, os aspectos: participação/realização de eventos (congressos, seminários, palestras, viagens de estudo e visitas técnicas) e produção discente (científica, tecnológica, cultural, técnica e artística).
Justifique:
PRE

 

PRX

 

PRP

 

 

câmpus F.E.A.

           
      resp. Bragança Paulista Cubatão Guarulhos Piracicaba São Paulo Sertãozinho
3.11 Política e ações de acompanhamento dos egressos. 1 Quando não existe política institucionalizada de acompanhamento dos egressos.
2 Quando o plano de ação/ações institucionais previsto/implantado atende de maneira insuficiente à política de acompanhamento dos egressos.
3 Quando o plano de ação/ações institucionais previsto/implantado atende de maneira suficiente à política de acompanhamento dos egressos.
4 Quando o plano de ação/ações institucionais previsto/implantado atende muito bem à política de acompanhamento dos egressos.
5 Quando o plano de ação/ações institucionais previsto/implantado atende de maneira excelente à política de acompanhamento dos egressos.
Justifique:
PRE

 

PRX

 

PRP

 

 

câmpus F.E.A.

 

           
      resp. Bragança Paulista Cubatão Guarulhos Piracicaba São Paulo Sertãozinho
3.12 Atuação dos egressos da IES no ambiente socioeconômico. 1 Quando não existem ações previstas/implantadas pela IES para acompanhamento do egresso em relação à sua formação.
2 Quando as ações previstas/implantadas pela IES para verificação do egresso em relação à sua atuação profissional é insuficiente, considerando, em uma análise sistêmica e global, os aspectos: responsabilidade social e cidadania onde a IES está inserida, empregabilidade, preparação para o mundo do trabalho, relação com entidades de classe e empresas do setor.
3 Quando as ações previstas/implantadas pela IES para verificação do egresso em relação à sua atuação profissional é suficiente, considerando, em uma análise sistêmica e global, os aspectos: responsabilidade social e cidadania onde a IES está inserida, empregabilidade, preparação para o mundo do trabalho, relação com entidades de classe e empresas do setor.
4 Quando as ações previstas/implantadas pela IES atendem muito bem à verificação do egresso em relação à sua atuação profissional, considerando, em uma análise sistêmica e global, os aspectos: responsabilidade social e cidadania onde a IES está inserida, empregabilidade, preparação para o mundo do trabalho, relação com entidades de classe e empresas do setor.
5 Quando as ações previstas/implantadas pela IES para verificação do egresso em relação à sua atuação profissional é excelente, considerando, em uma análise sistêmica e global, os aspectos: responsabilidade social e cidadania onde a IES está inserida, empregabilidade, preparação para o mundo do trabalho, relação com entidades de classe e empresas do setor.
Justifique:
PRE

 

PRX

 

PRP

 

 

câmpus F.E.A.

 

           
      resp. Bragança Paulista Cubatão Guarulhos Piracicaba São Paulo Sertãozinho
3.13 Inovação tecnológica e propriedade intelectual: coerência entre o PDI e as ações institucionais. 1 Quando não existem ações previstas/implantadas na instituição relacionadas à inovação tecnológica e à propriedade intelectual.
2 Quando as ações previstas/implantadas pela instituição, conforme proposto no PDI, contemplam a inovação tecnológica e a propriedade intelectual de maneira insuficiente.
3 Quando as ações previstas/implantadas pela instituição, conforme proposto no PDI, contemplam a inovação tecnológica e a propriedade intelectual de maneira suficiente.
4 Quando as ações previstas/implantadas pela instituição, conforme proposto no PDI, contemplam muito bem a inovação tecnológica e a propriedade intelectual.
5 Quando as ações previstas/implantadas pela instituição, conforme proposto no PDI, contemplam a inovação tecnológica e a propriedade intelectual de maneira excelente.
Justifique:
PRE

 

PRX

 

PRP

 

 

câmpus F.E.A.

 

           
                   
  Eixo 4 – POLÍTICAS DE GESTÃO
O Eixo “Políticas de Gestão” tem como foco a verificação do desenvolvimento das políticas de pessoal e da organização e gestão da instituição. Abrange, ainda, elementos do planejamento e da sustentabilidade financeira da IES para garantir o seu pleno desenvolvimento de forma sustentável.
Esse Eixo contempla as dimensões 5 (Políticas de Pessoal), 6 (Organização e Gestão da Instituição) e 10 (Sustentabilidade Financeira) do Sinaes.              
4 Eixo: 4 / Indicador (8): Políticas de Gestão 5. As políticas de pessoal, de carreiras do corpo docente e corpo técnico-administrativo, seu aperfeiçoamento, desenvolvimento profissional e suas condições de trabalho
6.Organização e gestão da instituição, especialmente o funcionamento e representatividade dos colegiados, sua independência e autonomia na relação com a mantenedora, e a participação dos segmentos da comunidade universitária nos processos decisórios
10. Sustentabilidade financeira, tendo em vista o significado social da continuidade dos compromissos na oferta da educação superior
             
      resp. Bragança Paulista Cubatão Guarulhos Piracicaba São Paulo Sertãozinho
4.1 Política de formação e capacitação docente. 1 Quando não existe política de formação e capacitação docente prevista/implantada.
2 Quando a política de formação e capacitação docente está prevista/implantada, de maneira insuficiente, considerando, em uma análise sistêmica e global, o incentivo/auxílio à: participação em eventos científicos/técnicos/culturais; capacitação (formação continuada); qualificação acadêmica docente e a devida divulgação das ações com os docentes.
3 Quando a política de formação e capacitação docente está prevista/implantada, de maneira suficiente, considerando, em uma análise sistêmica e global, o incentivo/auxílio à: participação em eventos científicos/técnicos/culturais; capacitação (formação continuada); qualificação acadêmica docente e a devida divulgação das ações com os docentes.
4 Quando a política de formação e capacitação docente está muito bem prevista/implantada, considerando, em uma análise sistêmica e global, o incentivo/auxílio à: participação em eventos científicos/técnicos/culturais; capacitação (formação continuada); qualificação acadêmica docente e a devida divulgação das ações com os docentes.
5 Quando a política de formação e capacitação docente está prevista/implantada, de maneira excelente, considerando, em uma análise sistêmica e global, o incentivo/auxílio à: participação em eventos científicos/técnicos/culturais; capacitação (formação continuada); qualificação acadêmica docente e a devida divulgação das ações com os docentes.
Justifique:
PRE

 

PRD

 

câmpus do F.E.A.

           
      resp. Bragança Paulista Cubatão Guarulhos Piracicaba São Paulo Sertãozinho
4.2 Política de formação e capacitação do corpo técnico-administrativo. 1 Quando não existe política de formação e capacitação prevista/implantada do corpo técnico-administrativo.
2 Quando a política de formação e capacitação do corpo técnico-administrativo está prevista/implantada de maneira insuficiente, considerando o incentivo/auxílio para formação continuada.
3 Quando a política de formação e capacitação do corpo técnico-administrativo está prevista/implantada de maneira suficiente, considerando o incentivo/auxílio para formação continuada.
4 Quando a política de formação e capacitação do corpo técnico-administrativo está muito bem prevista/implantada, considerando o incentivo/auxílio para formação continuada.
5 Quando a política de formação e capacitação do corpo técnico-administrativo está prevista/implantada de maneira excelente, considerando o incentivo/auxílio para formação continuada.
Justifique:
PRP (DGP)

 

 

câmpus do F.E.A.

           
      resp. Bragança Paulista Cubatão Guarulhos Piracicaba São Paulo Sertãozinho
4.3 Gestão institucional. 1 Quando a gestão institucional prevista/implantada não contempla, em uma análise sistêmica e global, os aspectos: autonomia e representatividade dos órgãos de gestão e colegiados; participação de professores, técnicos, estudantes e sociedade civil organizada; critérios de indicação e recondução de seus membros; realização e registro de reuniões.
2 Quando a gestão institucional está prevista/implantada de maneira insuficiente para o funcionamento da instituição, considerando, em uma análise sistêmica e global, os aspectos: autonomia e representatividade dos órgãos de gestão e colegiados; participação de professores, técnicos, estudantes e sociedade civil organizada; critérios de indicação e recondução de seus membros; realização e registro de reuniões.
3 Quando a gestão institucional está prevista/implantada de maneira suficiente para o funcionamento da instituição, considerando, em uma análise sistêmica e global, os aspectos: autonomia e representatividade dos órgãos de gestão e colegiados; participação de professores, técnicos, estudantes e sociedade civil organizada; critérios de indicação e recondução de seus membros; realização e registro de reuniões.
4 Quando a gestão institucional está muito bem prevista/implantada para o funcionamento da instituição, considerando, em uma análise sistêmica e global, os aspectos: autonomia e representatividade dos órgãos de gestão e colegiados; participação de professores, técnicos, estudantes e sociedade civil organizada; critérios de indicação e recondução de seus membros; realização e registro de reuniões.
5 Quando a gestão institucional está prevista/implantada de maneira excelente para o funcionamento da instituição, considerando, em uma análise sistêmica e global, os aspectos: autonomia e representatividade dos órgãos de gestão e colegiados; participação de professores, técnicos, estudantes e sociedade civil organizada; critérios de indicação e recondução de seus membros; realização e registro de reuniões.
Justifique:
CPAs

 

câmpus F.E.A.

 

Gabinete ( Reitoria)

           
      resp. Bragança Paulista Cubatão Guarulhos Piracicaba São Paulo Sertãozinho
4.4 Sistema de registro acadêmico. 1 Quando o sistema de registro acadêmico previsto/implantado para o atendimento às necessidades institucionais e dos discentes não existe.
2 Quando o sistema de registro acadêmico previsto/implantado atende de maneira insuficiente às necessidades institucionais e dos discentes, considerando, em uma análise sistêmica e global, os aspectos: organização, informatização, agilidade no atendimento e diversificação de documentos disponibilizados.
3 Quando o sistema de registro acadêmico previsto/implantado atende de maneira suficiente às necessidades institucionais e dos discentes, considerando, em uma análise sistêmica e global, os aspectos: organização, informatização, agilidade no atendimento e diversificação de documentos disponibilizados.
4 Quando o sistema de registro acadêmico previsto/implantado atende muito bem às necessidades institucionais e dos discentes, considerando, em uma análise sistêmica e global, os aspectos: organização, informatização, agilidade no atendimento e diversificação de documentos disponibilizados.
5 Quando o sistema de registro acadêmico previsto/implantado atende de maneira excelente às necessidades institucionais e dos discentes, considerando, em uma análise sistêmica e global, os aspectos: organização, informatização, agilidade no atendimento e diversificação de documentos disponibilizados.
Justifique:
PRE ( DAA)

 

PRD ( T.I.)

 

câmpus F.E.A.

           
      resp. Bragança Paulista Cubatão Guarulhos Piracicaba São Paulo Sertãozinho
4.5 Sustentabilidade financeira. 1 Quando não existem fontes de recursos previstas no PDI.
2 Quando as fontes de recursos previstas/executadas atendem de maneira insuficiente ao custeio e aos investimentos em ensino, extensão, pesquisa e gestão, em conformidade com o PDI.
3 Quando as fontes de recursos previstas/executadas atendem de maneira suficiente ao custeio e aos investimentos em ensino, extensão, pesquisa e gestão, em conformidade com o PDI.
4 Quando as fontes de recursos previstas/executadas atendem muito bem ao custeio e aos investimentos em ensino, extensão, pesquisa e gestão, em conformidade com o PDI.
5 Quando as fontes de recursos previstas/executadas atendem de maneira excelente ao custeio e aos investimentos em ensino, extensão, pesquisa e gestão, em conformidade com o PDI.
Justifique:
PRA

 

PRD

 

câmpus F.E.A.

           
      resp. Bragança Paulista Cubatão Guarulhos Piracicaba São Paulo Sertãozinho
4.6 Relação entre o planejamento financeiro (orçamento) e a gestão institucional. 1 Quando não existe relação entre o planejamento financeiro (orçamento com as respectivas dotações e rubricas) previsto/executado e a gestão do ensino, da pesquisa e da extensão.
2 Quando o planejamento financeiro (orçamento com as respectivas dotações e rubricas) previsto/executado está relacionado de maneira insuficiente com a gestão do ensino, da pesquisa e da extensão, em conformidade com o PDI.
3 Quando o planejamento financeiro (orçamento com as respectivas dotações e rubricas) previsto/executado está relacionado de maneira suficiente com a gestão do ensino, da pesquisa e da extensão, em conformidade com o PDI.
4 Quando o planejamento financeiro (orçamento com as respectivas dotações e rubricas) previsto/executado está muito bem relacionado com a gestão do ensino, da pesquisa e da extensão, em conformidade com o PDI.
5 Quando o planejamento financeiro (orçamento com as respectivas dotações e rubricas) previsto/executado está relacionado de maneira excelente com a gestão do ensino, da pesquisa e da extensão, em conformidade com o PDI.
Justifique:
PRD ( DGP)

 

PRA

 

PRE

 

câmpus F.E.A.

           
      resp. Bragança Paulista Cubatão Guarulhos Piracicaba São Paulo Sertãozinho
4.7 Coerência entre plano de carreira e a gestão do corpo docente. 1 Quando não existe coerência entre o plano de carreira protocolado/ implantado e a gestão do corpo docente.
2 Quando a gestão do corpo docente é insuficiente em relação ao plano de carreira protocolado/implantado.
3 Quando a gestão do corpo docente é suficiente em relação ao plano de carreira protocolado/implantado.
4 Quando a gestão do corpo docente é muito boa em relação ao plano de carreira protocolado/implantado.
5 Quando a gestão do corpo docente é excelente em relação ao plano de carreira protocolado/implantado.
Justifique:
PRD (DGP)

 

PRA

 

câmpus F.E.A.

 

PRE

           
      resp. Bragança Paulista Cubatão Guarulhos Piracicaba São Paulo Sertãozinho
4.8 Coerência entre o plano de carreira e a gestão do corpo técnico-administrativo. 1 Quando não existe coerência entre o plano de carreira protocolado/ implantado e a gestão do corpo técnico-administrativo.
2 Quando a gestão do corpo técnico-administrativo é insuficiente em relação ao plano de carreira protocolado/implantado.
3 Quando a gestão do corpo técnico-administrativo é suficiente em relação ao plano de carreira protocolado/implantado.
4 Quando a gestão do corpo técnico-administrativo é muito boa em relação ao plano de carreira protocolado/implantado.
5 Quando a gestão do corpo técnico-administrativo é excelente em relação ao plano de carreira protocolado/implantado.
Justifique:
             
                   
  Eixo 5 – INFRAESTRUTURA FÍSICA
No Eixo “Infraestrutura Física”, verificam-se as condições que a IES apresenta para o desenvolvimento de suas atividades de ensino, pesquisa, extensão e gestão.
Esse Eixo contempla a dimensão 7 (Infraestrutura Física) do Sinaes.              
5 Eixo: 5 / Indicador (16): Infraestrutura Física 7. Infraestrutura física, especialmente a de ensino e de pesquisa, biblioteca, recursos de informação e comunicação              
      resp. Bragança Paulista Cubatão Guarulhos Piracicaba São Paulo Sertãozinho
5.1 Instalações administrativas. 1 Quando as instalações administrativas não atendem às necessidades institucionais.
2 Quando as instalações administrativas existentes atendem de maneira insuficiente às necessidades institucionais, considerando, em uma análise sistêmica e global, os aspectos: quantidade, dimensão, limpeza, iluminação, acústica, ventilação, segurança, acessibilidade e conservação.
3 Quando as instalações administrativas existentes atendem de maneira suficiente às necessidades institucionais, considerando, em uma análise sistêmica e global, os aspectos: quantidade, dimensão, limpeza, iluminação, acústica, ventilação, segurança, acessibilidade e conservação.
4 Quando as instalações administrativas existentes atendem muito bem às necessidades institucionais, considerando, em uma análise sistêmica e global, os aspectos: quantidade, dimensão, limpeza, iluminação, acústica, ventilação, segurança, acessibilidade e conservação.
5 Quando as instalações administrativas existentes atendem de maneira excelente às necessidades institucionais, considerando, em uma análise sistêmica e global, os aspectos: quantidade, dimensão, limpeza, iluminação, acústica, ventilação, segurança, acessibilidade e conservação.
Justifique:
Câmpus envolvidos no F.E.A.

 

Diretoria de Expansão

 

PRA (Diretoria de Administração)

           
      resp. Bragança Paulista Cubatão Guarulhos Piracicaba São Paulo Sertãozinho
5.2 Salas de aula. 1 Quando as salas de aula não atendem às necessidades institucionais.
2 Quando as salas de aula existentes atendem de maneira insuficiente às necessidades institucionais, considerando, em uma análise sistêmica e global, os aspectos: quantidade, dimensão, limpeza, iluminação, acústica, ventilação, segurança, acessibilidade e conservação.
3 Quando as salas de aula existentes atendem de maneira suficiente às necessidades institucionais, considerando, em uma análise sistêmica e global, os aspectos: quantidade, dimensão, limpeza, iluminação, acústica, ventilação, segurança, acessibilidade e conservação.
4 Quando as salas de aula existentes atendem muito bem às necessidades institucionais, considerando, em uma análise sistêmica e global, os aspectos: quantidade, dimensão, limpeza, iluminação, acústica, ventilação, segurança, acessibilidade e conservação.
5 Quando as salas de aula existentes atendem de maneira excelente às necessidades institucionais, considerando, em uma análise sistêmica e global, os aspectos: quantidade, dimensão, limpeza, iluminação, acústica, ventilação, segurança, acessibilidade e conservação.
Justifique:
Câmpus envolvidos no F.E.A.

 

Diretoria de Expansão

 

PRA (Diretoria de Administração)

 

           
      resp. Bragança Paulista Cubatão Guarulhos Piracicaba São Paulo Sertãozinho
5.3 Auditório(s). 1 Quando o(s) auditório(s) não existe(m).
2 Quando o(s) auditório(s) existente(s) atende(m) de maneira insuficiente às necessidades institucionais, considerando, em uma análise sistêmica e global, os aspectos: quantidade, dimensão, limpeza, iluminação, acústica, ventilação, segurança, acessibilidade e conservação.
3 Quando o(s) auditório(s) existente(s) atende(m) de maneira suficiente às necessidades institucionais, considerando, em uma análise sistêmica e global, os aspectos: quantidade, dimensão, limpeza, iluminação, acústica, ventilação, segurança, acessibilidade e conservação.
4 Quando o(s) auditório(s) existente(s) atende(m) muito bem às necessidades institucionais, considerando, em uma análise sistêmica e global, os aspectos: quantidade, dimensão, limpeza, iluminação, acústica, ventilação, segurança, acessibilidade e conservação.
5 Quando o(s) auditório(s) existente(s) atende(m) de maneira excelente às necessidades institucionais, considerando, em uma análise sistêmica e global, os aspectos: quantidade, dimensão, limpeza, iluminação, acústica, ventilação, segurança, acessibilidade e conservação.
Justifique:
Câmpus envolvidos no F.E.A.

 

Diretoria de Expansão

 

PRA (Diretoria de Administração)

 

           
      resp. Bragança Paulista Cubatão Guarulhos Piracicaba São Paulo Sertãozinho
5.4 Sala(s) de professores. 1 Quando a(s) sala(s) de professores não existe(m).
2 Quando a(s) sala(s) de professores existente(s) atende(m) de maneira insuficiente às necessidades institucionais, considerando, em uma análise sistêmica e global, os aspectos: quantidade, dimensão, limpeza, iluminação, acústica, ventilação, segurança, acessibilidade, conservação e infraestrutura de informática.
3 Quando a(s) sala(s) de professores existente(s) atende(m) de maneira suficiente às necessidades institucionais, considerando, em uma análise sistêmica e global, os aspectos: quantidade, dimensão, limpeza, iluminação, acústica, ventilação, segurança, acessibilidade, conservação e infraestrutura de informática.
4 Quando a(s) sala(s) de professores existente(s) atende(m) muito bem às necessidades institucionais, considerando, em uma análise sistêmica e global, os aspectos: quantidade, dimensão, limpeza, iluminação, acústica, ventilação, segurança, acessibilidade, conservação e infraestrutura de informática.
5 Quando a(s) sala(s) de professores existente(s) atende(m) de maneira excelente às necessidades institucionais, considerando, em uma análise sistêmica e global, os aspectos: quantidade, dimensão, limpeza, iluminação, acústica, ventilação, segurança, acessibilidade, conservação e infraestrutura de informática.
Justifique:
Câmpus envolvidos no F.E.A.

 

Diretoria de Expansão

 

PRA (Diretoria de Administração)

 

           
      resp. Bragança Paulista Cubatão Guarulhos Piracicaba São Paulo Sertãozinho
5.5 Espaços para atendimento aos alunos. 1 Quando os espaços para atendimento aos alunos não existem.
2 Quando os espaços existentes para atendimento aos alunos atendem de maneira insuficiente às necessidades institucionais, considerando, em uma análise sistêmica e global, os aspectos: quantidade, dimensão, limpeza, iluminação, acústica, ventilação, segurança, acessibilidade e conservação.
3 Quando os espaços existentes para atendimento aos alunos atendem de maneira suficiente às necessidades institucionais, considerando, em uma análise sistêmica e global, os aspectos: quantidade, dimensão, limpeza, iluminação, acústica, ventilação, segurança, acessibilidade e conservação.
4 Quando os espaços existentes para atendimento aos alunos atendem muito bem às necessidades institucionais, considerando, em uma análise sistêmica e global, os aspectos: quantidade, dimensão, limpeza, iluminação, acústica, ventilação, segurança, acessibilidade e conservação.
5 Quando os espaços existentes para atendimento aos alunos atendem de maneira excelente às necessidades institucionais, considerando, em uma análise sistêmica e global, os aspectos: quantidade, dimensão, limpeza, iluminação, acústica, ventilação, segurança, acessibilidade e conservação.
Justifique:
Câmpus envolvidos no F.E.A.

 

Diretoria de Expansão

 

PRA (Diretoria de Administração)

 

           
      resp. Bragança Paulista Cubatão Guarulhos Piracicaba São Paulo Sertãozinho
5.6 Infraestrutura para CPA. 1 Quando não existe infraestrutura destinada à CPA.
2 Quando a infraestrutura destinada à CPA atende de maneira insuficiente às necessidades institucionais.
3 Quando a infraestrutura destinada à CPA atende de maneira suficiente às necessidades institucionais.
4 Quando a infraestrutura destinada à CPA atende muito bem às necessidades institucionais.
5 Quando a infraestrutura destinada à CPA atende de maneira excelente às necessidades institucionais.
Justifique:
Câmpus envolvidos no F.E.A.

 

Diretoria de Expansão

 

PRA (Diretoria de Administração)

 

           
      resp. Bragança Paulista Cubatão Guarulhos Piracicaba São Paulo Sertãozinho
5.7 Gabinetes/estações de trabalho para professores em Tempo Integral - TI. 1 Quando não existem gabinetes/estações de trabalho para os docentes em TI.
2 Quando os gabinetes/estações de trabalho implantados para os docentes em TI atendem de maneira insuficiente às necessidades institucionais, considerando, em uma análise sistêmica e global, os aspectos: quantidade, dimensão, limpeza, iluminação, acústica, ventilação, segurança, acessibilidade, conservação e infraestrutura de informática.
3 Quando os gabinetes/estações de trabalho implantados para os docentes em TI atendem de maneira suficiente às necessidades institucionais, considerando, em uma análise sistêmica e global, os aspectos: quantidade, dimensão, limpeza, iluminação, acústica, ventilação, segurança, acessibilidade, conservação e infraestrutura de informática.
4 Quando os gabinetes/estações de trabalho implantados para os docentes em TI atendem muito bem às necessidades institucionais, considerando, em uma análise sistêmica e global, os aspectos: quantidade, dimensão, limpeza, iluminação, acústica, ventilação, segurança, acessibilidade, conservação e infraestrutura de informática.
5 Quando os gabinetes/estações de trabalho implantados para os docentes em TI atendem de maneira excelente às necessidades institucionais, considerando, em uma análise sistêmica e global, os aspectos: quantidade, dimensão, limpeza, iluminação, acústica, ventilação, segurança, acessibilidade, conservação e infraestrutura de informática.
Justifique:
Câmpus envolvidos no F.E.A.

 

Diretoria de Expansão

 

PRA (Diretoria de Administração)

 

           
      resp. Bragança Paulista Cubatão Guarulhos Piracicaba São Paulo Sertãozinho
5.8 Instalações sanitárias. 1 Quando não existem instalações sanitárias.
2 Quando as instalações sanitárias existentes atendem de maneira insuficiente às necessidades institucionais, considerando, em uma análise sistêmica e global, os aspectos: quantidade, dimensão, limpeza, iluminação, ventilação, segurança, acessibilidade e conservação.
3 Quando as instalações sanitárias existentes atendem de maneira suficiente às necessidades institucionais, considerando, em uma análise sistêmica e global, os aspectos: quantidade, dimensão, limpeza, iluminação, ventilação, segurança, acessibilidade e conservação.
4 Quando as instalações sanitárias existentes atendem muito bem às necessidades institucionais, considerando, em uma análise sistêmica e global, os aspectos: quantidade, dimensão, limpeza, iluminação, ventilação, segurança, acessibilidade e conservação.
5 Quando as instalações sanitárias existentes atendem de maneira excelente às necessidades institucionais, considerando, em uma análise sistêmica e global, os aspectos: quantidade, dimensão, limpeza, iluminação, ventilação, segurança, acessibilidade e conservação.
Justifique:
Câmpus envolvidos no F.E.A.

 

Diretoria de Expansão

 

PRA (Diretoria de Administração)

 

           
      resp. Bragança Paulista Cubatão Guarulhos Piracicaba São Paulo Sertãozinho
5.9 Biblioteca: infraestrutura física. 1 Quando não existe infraestrutura física para biblioteca.
2 Quando a infraestrutura física atende de maneira insuficiente às necessidades institucionais, considerando, em uma análise sistêmica e global, os aspectos: espaço físico (dimensão, limpeza, iluminação, ventilação, segurança, acessibilidade, conservação e condições para atendimento educacional especializado), instalações para o acervo, ambientes de estudos individuais e em grupo, espaço para técnicos administrativos e plano de expansão física.
3 Quando a infraestrutura física atende de maneira suficiente às necessidades institucionais, considerando, em uma análise sistêmica e global, os aspectos: espaço físico (dimensão, limpeza, iluminação, ventilação, segurança, acessibilidade, conservação e condições para atendimento educacional especializado), instalações para o acervo, ambientes de estudos individuais e em grupo, espaço para técnicos administrativos e plano de expansão física.
4 Quando a infraestrutura física atende muito bem às necessidades institucionais, considerando, em uma análise sistêmica e global, os aspectos: espaço físico (dimensão, limpeza, iluminação, ventilação, segurança, acessibilidade, conservação e condições para atendimento educacional especializado), instalações para o acervo, ambientes de estudos individuais e em grupo, espaço para técnicos administrativos e plano de expansão física.
5 Quando a infraestrutura física atende de maneira excelente às necessidades institucionais, considerando, em uma análise sistêmica e global, os aspectos: espaço físico (dimensão, limpeza, iluminação, ventilação, segurança, acessibilidade, conservação e condições para atendimento educacional especializado), instalações para o acervo, ambientes de estudos individuais e em grupo, espaço para técnicos administrativos e plano de expansão física.
Justifique:
Câmpus envolvidos no F.E.A.

 

Diretoria de Expansão

 

PRA (Diretoria de Administração)

 

           
      resp. Bragança Paulista Cubatão Guarulhos Piracicaba São Paulo Sertãozinho
5.10 Biblioteca: serviços e informatização. 1 Quando não existem serviços e informatização da biblioteca.
2 Quando os serviços da biblioteca atendem de maneira insuficiente às necessidades institucionais, considerando, em uma análise sistêmica e global, os aspectos: profissionais da área de biblioteconomia, acesso via internet (consulta, reserva), informatização do acervo, bancos de dados, empréstimo, relatórios de gestão e horário de funcionamento.
3 Quando os serviços da biblioteca atendem de maneira suficiente às necessidades institucionais, considerando, em uma análise sistêmica e global, os aspectos: profissionais da área de biblioteconomia, acesso via internet (consulta, reserva), informatização do acervo, bancos de dados, empréstimo, relatórios de gestão e horário de funcionamento.
4 Quando os serviços da biblioteca atendem muito bem às necessidades institucionais, considerando, em uma análise sistêmica e global, os aspectos: profissionais da área de biblioteconomia, acesso via internet (consulta, reserva), informatização do acervo, bancos de dados, empréstimo, relatórios de gestão e horário de funcionamento.
5 Quando os serviços da biblioteca atendem de maneira excelente às necessidades institucionais, considerando, em uma análise sistêmica e global, os aspectos: profissionais da área de biblioteconomia, acesso via internet (consulta, reserva), informatização do acervo, bancos de dados, empréstimo, relatórios de gestão e horário de funcionamento.
Justifique:
Câmpus envolvidos no F.E.A.

 

Diretoria de Expansão

 

PRA (Diretoria de Administração)

 

PRD (Diretoria de Infraestrutura e Rede e Sistemas de Informação)

PRE (DAA)

           
      resp. Bragança Paulista Cubatão Guarulhos Piracicaba São Paulo Sertãozinho
5.11 Biblioteca: plano de atualização do acervo. 1 Quando não existe plano de atualização do acervo (físico e eletrônico/digital).
2 Quando o plano de atualização do acervo (físico e eletrônico/digital) implantado atende de maneira insuficiente às necessidades institucionais, considerando, em uma análise sistêmica e global, os aspectos: coerência com o PDI e alocação de recursos.
3 Quando o plano de atualização do acervo (físico e eletrônico/digital) implantado atende de maneira suficiente às necessidades institucionais, considerando, em uma análise sistêmica e global, os aspectos: coerência com o PDI e alocação de recursos.
4 Quando o plano de atualização do acervo (físico e eletrônico/digital) implantado atende muito bem às necessidades institucionais, considerando, em uma análise sistêmica e global, os aspectos: coerência com o PDI e alocação de recursos.
5 Quando o plano de atualização do acervo (físico e eletrônico/digital) implantado atende de maneira excelente às necessidades institucionais, considerando, em uma análise sistêmica e global, os aspectos: coerência com o PDI e alocação de recursos.
Justifique:
Câmpus envolvidos no F.E.A.

 

PRE (DAA)

 

PRA (Diretoria de Administração)

           
      resp. Bragança Paulista Cubatão Guarulhos Piracicaba São Paulo Sertãozinho
5.12 Sala(s) de apoio de informática ou infraestrutura equivalente. 1 Quando não existe(m) sala(s) de apoio de informática ou infraestrutura equivalente.
2 Quando a(s) sala(s) de apoio de informática ou infraestrutura equivalente existente(s) atende(m) de maneira insuficiente às necessidades institucionais, considerando, em uma análise sistêmica e global, os aspectos: equipamentos, normas de segurança, espaço físico, acesso à internet, atualização de software, acessibilidade digital, acessibilidade física, condições ergonômicas, serviços, suporte e plano de atualização.
3 Quando a(s) sala(s) de apoio de informática ou infraestrutura equivalente existente(s) atende(m) de maneira suficiente às necessidades institucionais, considerando, em uma análise sistêmica e global, os aspectos: equipamentos, normas de segurança, espaço físico, acesso à internet, atualização de software, acessibilidade digital, acessibilidade física, condições ergonômicas, serviços, suporte e plano de atualização.
4 Quando o(s) sala(s) de apoio de informática ou infraestrutura equivalente existente(s) atende(m) muito bem às necessidades institucionais, considerando, em uma análise sistêmica e global, os aspectos: equipamentos, normas de segurança, espaço físico, acesso à internet, atualização de software, acessibilidade digital, acessibilidade física, condições ergonômicas, serviços, suporte e plano de atualização.
5 Quando o(s) sala(s) de apoio de informática ou infraestrutura equivalente existente(s) atende(m) de maneira excelente às necessidades institucionais, considerando, em uma análise sistêmica e global, os aspectos: equipamentos, normas de segurança, espaço físico, acesso à internet, atualização de software, acessibilidade digital, acessibilidade física, condições ergonômicas, serviços, suporte e plano de atualização.
Justifique:
Câmpus envolvidos no F.E.A.

Diretoria de Expansão

PRA (Diretoria de Administração)

PRD (Diretoria de Infraestrutura e Redes e Sistemas de Informação)

PRE (DAA)

           
      resp. Bragança Paulista Cubatão Guarulhos Piracicaba São Paulo Sertãozinho
5.13 Recursos de Tecnologias de Informação e Comunicação. 1 Quando não existem recursos de tecnologias de informação e comunicação.
2 Quando os recursos de tecnologias de informação e comunicação atendem de maneira insuficiente às necessidades dos processos de ensino e aprendizagem, que envolvem professores, técnicos, estudantes e sociedade civil.
3 Quando os recursos de tecnologias de informação e comunicação atendem de maneira suficiente às necessidades dos processos de ensino e aprendizagem, que envolvem professores, técnicos, estudantes e sociedade civil.
4 Quando os recursos de tecnologias de informação e comunicação atendem muito bem às necessidades dos processos de ensino e aprendizagem, que envolvem professores, técnicos, estudantes e sociedade civil.
5 Quando os recursos de tecnologias de informação e comunicação atendem de maneira excelente às necessidades dos processos de ensino e aprendizagem, que envolvem professores, técnicos, estudantes e sociedade civil.
Justifique:
Câmpus envolvidos no F.E.A.

 

PRD

 

PRE

           
      resp. Bragança Paulista Cubatão Guarulhos Piracicaba São Paulo Sertãozinho
5.14 Laboratórios, ambientes e cenários para práticas didáticas: infraestrutura física. 1 Quando não existe infraestrutura física para laboratórios, ambientes e cenários para práticas didáticas.
2 Quando a infraestrutura física dos laboratórios, ambientes e cenários para práticas didáticas atendem de maneira insuficiente às necessidades institucionais, considerando, em uma análise sistêmica e global, os aspectos: espaço físico (dimensão, limpeza, iluminação, ventilação, segurança e conservação), plano de atualização e acessibilidade.
3 Quando a infraestrutura física dos laboratórios, ambientes e cenários para práticas didáticas atendem de maneira suficiente às necessidades institucionais, considerando, em uma análise sistêmica e global, os aspectos: espaço físico (dimensão, limpeza, iluminação, ventilação, segurança e conservação), plano de atualização e acessibilidade.
4 Quando a infraestrutura física dos laboratórios, ambientes e cenários para práticas didáticas atendem muito bem às necessidades institucionais, considerando, em uma análise sistêmica e global, os aspectos: espaço físico (dimensão, limpeza, iluminação, ventilação, segurança e conservação), plano de atualização e acessibilidade.
5 Quando a infraestrutura física dos laboratórios, ambientes e cenários para práticas didáticas atendem de maneira excelente às necessidades institucionais, considerando, em uma análise sistêmica e global, os aspectos: espaço físico (dimensão, limpeza, iluminação, ventilação, segurança e conservação), plano de atualização e acessibilidade.
Justifique:
Câmpus envolvidos no F.E.A.

Diretoria de Expansão

 

PRA (Diretoria de Administração)

           
      resp. Bragança Paulista Cubatão Guarulhos Piracicaba São Paulo Sertãozinho
5.15 Laboratórios, ambientes e cenários para práticas didáticas: serviços. 1 Quando não existem serviços institucionalizados referentes aos laboratórios, ambientes e cenários para práticas didáticas.
2 Quando os laboratórios, ambientes e cenários para práticas didáticas atendem de maneira insuficiente às necessidades institucionais, considerando, em uma análise sistêmica e global, os aspectos: serviços e normas de segurança.
3 Quando os laboratórios, ambientes e cenários para práticas didáticas atendem de maneira suficiente às necessidades institucionais, considerando, em uma análise sistêmica e global, os aspectos: serviços e normas de segurança.
4 Quando os laboratórios, ambientes e cenários para práticas didáticas atendem muito bem às necessidades institucionais, considerando, em uma análise sistêmica e global, os aspectos: serviços e normas de segurança.
5 Quando os laboratórios, ambientes e cenários para práticas didáticas atendem de maneira excelente às necessidades institucionais, considerando, em uma análise sistêmica e global, os aspectos: serviços e normas de segurança.
Justifique:
Câmpus envolvidos no F.E.A.

Diretoria de Expansão

 

PRA (Diretoria de Administração)

 

           
      resp. Bragança Paulista Cubatão Guarulhos Piracicaba São Paulo Sertãozinho
5.16 Espaços de convivência e de alimentação. 1 Quando os espaços de convivência e de alimentação não existem.
2 Quando os espaços de convivência e de alimentação existentes atendem de maneira insuficiente às necessidades institucionais, considerando, em uma análise sistêmica e global, os aspectos: quantidade, dimensão, limpeza, iluminação, ventilação, segurança, acessibilidade e conservação.
3 Quando os espaços de convivência e de alimentação existentes atendem de maneira suficiente às necessidades institucionais, considerando, em uma análise sistêmica e global, os aspectos: quantidade, dimensão, limpeza, iluminação, ventilação, segurança, acessibilidade e conservação.
4 Quando os espaços de convivência e de alimentação existentes atendem muito bem às necessidades institucionais, considerando, em uma análise sistêmica e global, os aspectos: quantidade, dimensão, limpeza, iluminação, ventilação, segurança, acessibilidade e conservação.
5 Quando os espaços de convivência e de alimentação existentes atendem de maneira excelente às necessidades institucionais, considerando, em uma análise sistêmica e global, os aspectos: quantidade, dimensão, limpeza, iluminação, ventilação, segurança, acessibilidade e conservação.
Justifique:
Câmpus envolvidos no F.E.A.

 

Diretoria de Expansão

 

PRA (Diretoria de Administração)

 

PRE (DPE)

           

REQUISITOS LEGAIS E NORMATIVOS
Os requisitos legais e normativos são essencialmente regulatórios e, por isso, não fazem parte do cálculo do conceito da avaliação. Os avaliadores farão o registro do cumprimento ou não do dispositivo legal por parte da instituição para o processo de regulação, justificando a avaliação atribuída. Tratando-se de disposições legais, esses itens são de atendimento obrigatório.
Dispositivo Legal/Normativo Explicitação do dispositivo Sim Não NSA
1
Alvará de funcionamento.
A IES possui alvará de funcionamento?
2
Auto de Vistoria do Corpo de Bombeiros (AVCB).
A IES possui certificado que atesta as condições de segurança contra incêndio? A IES apresenta recursos antipânico em suas instalações?
3
Manutenção e Guarda do Acervo Acadêmico, conforme disposto na Portaria N° 1.224, de 18 de dezembro de 2013.
A IES cumpre as exigências da legislação?
4
Condições de acessibilidade para pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida, conforme disposto na CF/88, Art. 205, 206 e 208, na NBR 9050/2004, da ABNT, na Lei N° 10.098/2000, nos Decretos N° 5.296/2004, N° 6.949/2009, N° 7.611/2011 e na Portaria N° 3.284/2003.
A IES apresenta condições adequadas de acessibilidade?
5
Proteção dos Direitos da Pessoa com Transtorno do Espectro Autista, conforme disposto na Lei N° 12.764, de 27 de dezembro de 2012.
A IES cumpre as exigências da legislação?
6
Plano de Cargos e Carreira Docente.
O Plano de Cargos e Carreira Docente está protocolado ou homologado no Ministério do Trabalho e Emprego?
7
Plano de Cargos e Carreira dos técnicos administrativos.
O Plano de Cargos e Carreira dos técnicos administrativos está protocolado ou homologado no Ministério do Trabalho e Emprego?
8
Titulação do Corpo Docente
Universidades e Centros Universitários:
Percentual mínimo (33%) de docentes com pós-graduação stricto sensu, conforme disposto no Art. 52 da Lei N° 9.394/96 e nas Resoluções Nº 1/2010 e Nº 3/2010.
Faculdades:
No mínimo docentes com formação em pós-graduação lato sensu, conforme disposto na Lei N° 9.394/96.
Universidades e Centros Universitários:
A IES tem, no mínimo, um terço do corpo docente com titulação stricto sensu?
O corpo docente tem, no mínimo, formação lato sensu?
Faculdades:
O corpo docente tem, no mínimo, formação lato sensu?

9
Regime de Trabalho do Corpo Docente
Universidades:
Percentual mínimo (1/3) de docentes contratados em regime de tempo integral, conforme disposto no Art. 52 da Lei N° 9.394/96 e na Resolução Nº 3/2010.
Centros Universitários:
Percentual mínimo (20%) de docentes contratados em regime de tempo integral, conforme disposto na Resolução N° 1/2010.
Universidades:
A IES tem, no mínimo, um terço do corpo docente contratado em regime de tempo integral?
Centros Universitários:
A IES tem, no mínimo, um quinto do corpo docente contratado em regime de tempo integral?
10
Forma Legal de Contratação dos Professores.
A contratação de professores ocorre mediante regime de trabalho CLT ou Estatutário pela mantenedora com registro na mantida?
11
Comissão Própria de Avaliação (CPA), conforme disposto no Art. 11 da Lei N° 10.861/2004.
A IES possui CPA prevista/implantada?
12
Comissão Local de Acompanhamento e Controle Social (COLAPS), conforme disposto na Portaria N° 1.132, de 2 de dezembro de 2009.
A IES possui COLAPS prevista/implantada?
13
Normas e procedimentos para credenciamento e recredenciamento de Centros Universitários, conforme disposto na Resolução CNE/CES N° 1/2010.
A IES atende aos requisitos exigidos pela Resolução?
14
Normas e procedimentos para credenciamento e recredenciamento de Universidades, conforme disposto na Resolução CNE/CES N° 3/2010.
A IES atende aos requisitos exigidos pela Resolução?
15
Diretrizes Curriculares Nacionais para Educação das Relações Étnico-Raciais e para o Ensino de História e Cultura Afro-Brasileira, Africana e Indígena, nos termos da Lei Nº 9.394/96, com a redação dada pelas Leis Nº 10.639/2003 e N° 11.645/2008, e da Resolução CNE/CP N° 1/2004, fundamentada no Parecer CNE/CP Nº 3/2004.
A IES cumpre as exigências das legislações?
16
Políticas de educação ambiental, conforme disposto na Lei N° 9.795/1999, no Decreto N° 4.281/2002 e na Resolução CNE/CP Nº 2/2012.
A IES cumpre as exigências das legislações?
17
Desenvolvimento Nacional Sustentável, conforme disposto no Decreto N° 7.746, de 05/06/2012 e na Instrução Normativa N° 10, de 12/11/2012.
A IES cumpre as exigências das legislações?
32
18
Diretrizes Nacionais para a Educação em Direitos Humanos, conforme disposto no Parecer CNE/CP N° 8, de 06/03/2012, que originou a Resolução CNE/CP N° 1, de 30/05/2012.
A IES cumpre as Diretrizes Nacionais para a Educação em Direitos Humanos?


CONSIDERAÇÕES FINAIS DA COMISSÃO DE AVALIADORES:

 

CONCEITO FINAL
(calculado automaticamente pelo sistema)



TABELA DE PESOS
PARA CREDENCIAMENTO E RECREDENCIAMENTO DE IES
EIXOS

EIXOS

Credenciamento

Recredenciamento
e Credenciamento para Mudança de Organização
Administrativa

Número de indicadores


1 Planejamento e Avaliação Institucional


10


10


5


2 Desenvolvimento Institucional


20


20


9


3 Políticas Acadêmicas


20


30


13


4 Políticas de Gestão


20


20


8


5 Infraestrutura


30


20


16


TOTAL


100


100


51