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Corrida de Drones agita o ginásio do Câmpus São Paulo

Na última quarta-feira (20), uma plateia animada se reuniu no ginásio do Câmpus São Paulo para assistir à 1ª Corrida de Drones no IFSP. O evento, organizado pelo Grupo de Robótica do Instituto (Grif), aconteceu dentro da da Semana de Educação, Ciência e Tecnologia (Sedcitec), e reuniu 12 competidores, incluindo gente vinda de outros estados do país.

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É o caso de Edison Paula, que viajou 1.700 quilômetros de Aracaju a São Paulo para participar da sua primeira corrida. Ele veio principalmente para aprender com quem já tem uma experiência mais avançada. “Vim aqui trocar conhecimento, fazer amizade com o pessoal, que é muito bacana.” Segundo Edison, a sua participação nesse evento vai servir de exemplo para muitas pessoas em Aracaju verem que a corrida de drones não é uma coisa inatingível.

O IFSP é a primeira instituição de ensino a organizar um evento desse tipo no país. O coordenador do Grif, Paulo Marcos de Aguiar, explica que foi preciso um envolvimento de estudantes de diversas áreas, de engenharia a turismo, para que a Corrida se concretizasse. “A gente está, de forma pioneira, fazendo essa corrida numa instituição de ensino. Isso junta as pessoas porque é uma coisa muito interessante, uma coisa que motiva.” alt

O circuito da Corrida foi montado no ginásio do Câmpus São Paulo. A competição teve três fases, sendo que apenas quatro competidores foram classificados para a final. Cada um dos participantes trouxe seus próprios drones, assim como os controles remotos e os óculos, itens obrigatórios para controlar os drones. 

Nessa 1ª edição, nenhum aluno do Instituto competiu: eles ficaram mesmo concentrados em organizar tudo da melhor maneira possível. Houve, porém, a participação de um ex-aluno, Heitor Teles, que começou a se dedicar a essa modalidade há quase dois anos. Ele prestigiou o evento organizado pela escola onde estudou. “O que me faz participar dessas corridas é a adrenalina, fora que é muito bom estar ali com seus amigos, em um ambiente de competição, mas ao mesmo tempo se ajudando”, diz.

altExperiência extracorporal – Outro que gosta de adrenalina é o campeão brasileiro de corrida de drones, Rafael “Spook” Paiva. Acostumado a competições mundo afora, também esteve no evento do IFSP. Fã de esportes radicais, Spook diz que a corrida de drones tem suas vantagens. “A adrenalina que eu tenho é a mesma, só que bem mais segura porque eu estou sentado na cadeira, e ao mesmo tempo eu estou voando.” Ele diz que é uma coisa difícil de explicar. “Às vezes a gente fala até que é uma experiência extracorporal, porque você está sentado, mas ao mesmo tempo você está se vendo do lado de fora... Enfim, só experimentando para saber o que é."

Sem muita surpresa, o primero lugar na Corrida de Drones ficou com Rafael Paiva. Heitor Teles garantiu o segundo lugar, e Marco Aurélio Fração, o terceiro.

 

 

 

 

 

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